mar 23 2016

Tenho Mais Discos Que Amigos: Faixa Título: o Radiohead entre nós, os downloads, e os tubos de acrílico

Category: atualização,matériaAndrews F.G @ 15:59

Matéria originalmente publicada em: http://www.tenhomaisdiscosqueamigos.com/2016/03/22/faixa-titulo-o-radiohead-entre-nos-os-downloads-e-os-tubos-de-acrilico/

Em 22 de março de 2009, há exatos sete anos, o Radiohead trazia a inesquecível turnê In Rainbows ao Brasil

Por Guilherme Guedes -22/03/2016

Em 22 de março de 2009, há exatos sete anos, o Radiohead fazia o segundo e até agora último show da banda no Brasil. Depois de uma elogiada data na Praça da Apoteose, no Rio, dia 20, o grupo mais influente dos últimos vinte anos – com obra reverberante do metal progressivo à IDM, passando pelo rock alternativo e pelo jazz – enfim chegava a São Paulo.

Parte do line-up do extinto festival Just a Fest, o quinteto veio acompanhado pelo Kraftwerk(“heresia o Kraftwerk ser banda de abertura!”, exclamavam alguns, ainda no falecido Orkut) e pelo Los Hermanos, que fazia a primeira de uma série de reuniões pós-término que rendem novos encontros até hoje, mesmo sem disco novo no horizonte.

Na cola de In Rainbows (2007), aquela turnê não podia ser mais impactante. In Rainbows não apenas reassegurou a posição do Radiohead na linha de frente da vanguarda artística no novo século; In Rainbows questionou o modus operandi do mainstream ao ser lançado em mp3 no esquema pague-o-quanto-queira-mesmo-que-seja-zero, em um blog especial lançado pela banda, com anúncio prévio de apenas alguns dias. Em tempos onde as maiores estrelas do pop soltam álbuns inteiros sem aviso, isso pode parecer corriqueiro. Não é. Não foi.

Aos 12 anos, baixei meu primeiro mp3 no Napster: uma cópia tosca de “Welcome to the Jungle”, do Guns n’ Roses, na versão lançada no Live Era: ’87 – ’93 (1999). Dali, encantado pelas possibilidades infinitas das trocas de arquivos digitais, virei um rato-mestre do download ilegal. Do Napster para o Audio Galaxy, KaZaA, eMule, Oink, Soulseek e infinitos canais domIRC – ativos até hoje, a propósito – discografias, raridades e arquivos falsos foram despejados nos meus HDs ao longo da adolescência. Gravava CD-Rs, a mixtape da minha geração, e exibia com orgulho iPods lotados de arquivos que nunca tive tempo para ouvir. E tudo isso sempre fora da lei, convivendo com o sentimento de culpa de roubar de artistas que admirava, até ver os preços de CDs importados, comparar com as minhas economias e chegar à conclusão, deturpada, que eu roubava por necessidade.

Quando baixei o arquivo .zip com as dez faixas de In Rainbows em mp3 de decepcionantes 160kbps (nerd alert!), foi diferente. Eu havia baixado álbuns lançados gratuitamente antes, mas nunca de uma banda do porte do Radiohead, com números suficientes para fechar contrato com qualquer gravadora. Minhas referências eram artistas que condenavam o download, que entenderam errado a obsessão dos fãs pelas obras deles. Mas ali, no meu desktop verde-escuro, o ícone colorido de In Rainbows abria novas possibilidades, um novo futuro, novas formas de comercializar e distribuir música.

Bastava isso para In Rainbows tornar-se um símbolo, definir uma era. Mas musicalmente o disco também é um primor. Após as sombras de Hail to the Thief (2003), o grupo não só fazia as pazes com Ok Computer (1997), como usava os experimentos de Kid A (2000) e Amnesiac(2001) para desenvolver uma nova linguagem, um disco simultaneamente aveludado e angustiante. Melancólico, claro, mas colorido como nunca, da capa às conversas entre as guitarras de Jonny Greenwood e Ed O’Brien, ao baixo sempre perfeitamente colocado de Colin Greenwood, das levadas pós-eletrônica de Philip Selway, dos falsetes Buckleyanos de Thom Yorke.

Naquele 22 de março, eu e milhares de outros pudemos presenciar a excelência do disco em primeira mão. As luzes, projetadas em tubos de acrílico suspensos sobre o palco, eram um show à parte, perfeitamente sincronizadas à identidade, à mensagem da banda. O show começou como o disco, com “15 Step”, e abriu uma sequência de maravilhas até hoje acachapantes: “There, There”, “The National Anthem” (com a transmissão da Rádio Band News FM invadindo o P.A. durante a intervenção radiofônica de Jonny), “Weird Fishes/Arpeggi”, “Talk Show Host”(obrigado!), “Idioteque”, “Climbing Up The Walls” (o Rio teve “No Surprises”), “Exit Music (For a Film)”, e tantas outras. O bis com “Paranoid Android”, “Lucky” e “Reckoner”. Outro bis, com “House Of Cards”. E um terceiro, derradeiro, com os tubos de acrílico a ponto de nos cegar no refrão estrondoso de “Creep”.

Lembro da volta da Chácara do Jockey ser uma pequena-porém-prolongada sessão de tortura, mas a leveza após presenciar uma das maiores bandas do mundo era esmagadoramente superior a qualquer sentimento negativo. Aquele show ainda reverbera em mim, do pôster azul que enfeita a minha cozinha às memórias que, ao contrário de outras, muitas outras, resistem ao passar eterno do tempo. Felizmente, a internet é muito mais capaz que meu humilde cérebro, e hoje, 22 de março de 2016, podemos reviver com plenitude aquele 22 de março de 2009.

Parte da performance foi transmitida ao vivo pelo Multishow, mas um projeto organizado por fãs, o Rain Down, conseguiu reunir a íntegra da apresentação com uma edição de dezenas de filmagens amadoras que conseguem reproduzir até melhor que câmeras profissionais o sentimento de estar ali, entre adoradores veteranos e novatos curiosos, frente à frente com uma das bandas mais imponentes da nossa história recente. Feliz aniversário, 22 de março, e que o Radiohead não demore a dar as caras por aqui de novo.

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ago 16 2012

Entrevista para a Revista Tema

Category: divulgação,entrevistas,Sem categoriaAndrews F.G @ 18:26

Visualização da revista online: http://tema.serpro.gov.br/pub/serpro/index.jsp?ipg=1160

Download (pdf):  http://tema.serpro.gov.br/temp_site/edicao-38.pdf

Agradecimentos a Regina Faria da Revista Tema, que realizou a entrevista comigo. Obrigado pela gentileza.

Texto:

Cenas do projeto Rain Down, o multicam do Radiohead 44 JUL/AGO 2012 show da banda Radiohead foi tão bom que, ao chegar em casa, a vontade era de continuar curtindo o som, relata Andrews Ferreira Guedis, lembrando­ se do evento de 2009, em São Paulo.

Comecei a caçar vídeos que as pessoas tivessem gravado e postado na internet. Fiz a junção de alguns trechos e coloquei no Youtube?, conta Andrews. No dia se­guinte, minha caixa de e-mail estava lotada, com muita gente pedindo o DVD completo?.

Meses de­ pois, o fã disponibilizaria na rede vídeos extensos não só do show paulista, mas também do carioca, com a compilação de mais de 700 arquivos grava­ dos por celulares e outros dispositivos móveis, enviados por cerca de 400 expectadores.

A crítica elogiou o trabalho, destacando a mul­tiplicidade de olhares em uma edição dinâmica, que valoriza a pulsação da música e o efeito da platéia contagiada?.

Andrews continuou a fazer o que os adeptos chamam de multicam, sempre de bandas que lhe agradam como Smashing Pumpkins ou Muse.

E respeitando a premissa sagrada de distri­buir o produto final gratuitamente, além de menci­onar o nome de todos os que enviaram material para cada música.

Quando edito, tento utilizar os arquivos do maior número possível de pessoas?, acrescenta Na­ lini Vasconcelos, que começou a fazer multicams com a mesma motivação de Andrews: ter mais material da banda preferida após o show.

Nalini co­meçou recrutando material dos amigos e hoje faz vários trabalhos colaborativos, entre os quais se destaca uma multicam do show do U2, que teve apoio para divulgação do site U2br, para o qual escreve.

Hoje em dia, em todo o país, tem sempre alguém editando um vídeo colaborativo desses?, constata Nalini. E a idéia também tem muitos adep­tos pelo mundo, em escalas variadas.

O recurso de contar com a diversidade dos olha­res da platéia para compor vídeos criativos acabou sendo incorporado por produtores, tanto de grandes estrelas da música quanto de artistas do merca­ do independente.

O site oficial de Michael Jackson exibe um vídeo para o qual colaboraram 1500 fãs, que aparecem dançando e cantando como o ídolo fazia, em uma homenagem póstuma ao cantor.

Com menos trabalho de edição, mas facilitando muito a interatividade instantânea, a banda australiana C­Mon & Kypski disponibiliza uma página com o passo a passo para que o internauta ligue sua webcam e envie seus frames, imitando os gestos dos integrantes da banda.

Feita dessa forma, a vídeo música More Is Less já tem quatro minutos de duração, algumas centenas de colaboradores e a perspectiva de crescer indefinidamente.

Talvez pela atual facilidade de coletar imagens, a multicolaboração em forma de vídeo é a que mais rapidamente se encontra na internet.

Mas a idéia de criar coletivamente parece ter sua gênese na música e no sonho de escrever um texto em grupo, idéias que estão vivas na rede desde o início dos anos 2000.

Em 2002, por exemplo, Tom Zé lançou o álbum Jogos de Armar, contendo um CD conven­cional e um segundo disco com trechos de instru­mentos e vozes abertos à utilização de quem se interessasse, com um literal ?convite a meter a mão?.

Já Hermeto Pascoal liberou em seu sítio as partituras de sua obra, acompanhadas de autoriza­ção de próprio punho para o uso de todas as músi­cas e um apelo para que ?aproveitem bastante?.Em outros endereços, como no colaborativo Overmixter, há espaço para compartilhamento de samples e remixes.

Porém, essas ferramentas ainda não são utilizadas em todo seu potencial, segundo Felipe Obrer, consultor de comunicação que estuda o mundo multicolaborativo.

Iniciativas como premiações e eventos são necessárias para animar a criação coletiva.

Há sempre o problema do tempo disponível dos criadores e a necessidade de alguma forma de
retorno, não necessariamente monetário, para que essas iniciativas continuem pulsantes?,
constata Felipe.

Artesãos Digitais Em termos de escrita, projetos de autoria coletiva continuam a surgir na internet, embora seja muito freqüente encontrar textos que não resultaram em publicações como originalmente se pensou.

Apesar dessa constante, há projetos como o Join2write, construído por portugueses, que prima pela organi­zação e está em plena atividade colaborativa: pro­ põe tema, estilo, tamanho e faz uma prévia seleção dos textos enviados pelo site da iniciativa para fazer parte de um livro colaborativo.

O grupo já conta com três de sete capítulos projetados e permanece aberto à participação de escritores interessados.

Iniciativas de arte colaborativa produzida pela rede, seja a edição de multicams ou de livros
escritos a várias mãos, encontram tradução em linguagem poética nos 25 tópicos que compõem o Manifesto dos Artesãos Digitais, publicado em 1997 por Ri­chard Barbrook e Pit Schultz.

Diz seu primeiro artigo: ?Somos os artesãos digitais.

Vamos homenagear o poder prometéico do nosso trabalho e da nossa imaginação moldando o mundo virtual.

Hackeando, codificando, fazendo design e mixando, nós cons­truiremos um mundo conectado por nosso próprio esforço e inventividade?.

Cenas do projeto Behind the Mask, dos fãs de Michael Jackson(1); e cenas do multicam do U2 360º (2)

ROTEIRO DE ARTE COLABORATIVA

De multicam de show de rock a reflexões sobre a autoria coletiva, confira alguns pontos de partida para conhecer mais sobre produções em grupo ?


out 31 2011

Direto de um TCC: “O Projeto Rain Down como um Fenômeno da Cibercultura”

Category: divulgação,entrevistas,matériaAndrews F.G @ 18:05

Realmente sempre me surpreendo ao buscar sobre o projeto Rain Down na web. Toda vez que procuro pelo termo no Google, encontro alguma coisa nova ou vários links que citam o projeto como inovador e pioneiro. É muito bom saber que quase após 3 anos do show do Radiohead no Brasil, nada foi tão marcante quanto aquela apresentação da banda e como os vídeos desse projeto o deixaram eternamente frescos na memória das pessoas que estiveram lá.

Mas um dos resultados me chamou muito atenção nesses dias, encontrei um trabalho de TCC para um curso de Comunicação Social – Jornalismo baseado em toda história de criação, produção e conceito do Projeto Rain Down. O trabalho foi realizado por Leonardo AraújoDannilo Duarte para a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, de Vitória da Conquista, Bahia.

Localizei o documento no formato PDF e notando em seu texto, é citado que ele foi apresentado no XIII Congresso de Ciências da Comunicação, em Maceió/AL, em junho desse ano.

É emocionante saber que o Rain Down alcançou tanto prestigío, agradeço novamente pela dedicação e divulgação.

Alguns trechos interessantes do trabalho:

“Trata-se de uma espécie de “artesanato digital”, conforme o termo cunhado por Barbrook e Schultz (2007) em um manifesto divulgado na Web. São trabalhos que dialogam com os produtos da indústria cultural, ao mesmo tempo em que se revelam bastantes distintos da formalidade ou dos compromissos com uma produção anterior, na medida em que flertam com novas linguagens disseminadas em escala global. ”

“É preciso emitir em rede, entrar em conexão com outros, produzir sinergias, trocar pedaços de informação, circular, distribuir” (Lemos, 2009, p. 40).”

“Em Rain Down, pela primeira vez, nada foi combinado ou organizado anteriormente, nem passou pelo filtro “de qualidade” do artista. Não havia nenhum acordo das pessoas filmarem o show para um DVD. As imagens foram feitas de forma espontânea, capturando as diferentes percepções de quem estava na apresentação. A edição também foi totalmente realizada por um admirador da banda. ”

“Percebe-se que assim como o Rain Down surgiu de maneira não planejada, a produção feita pelas redes telemáticas é, muitas vezes, fruto de experimentação dos indivíduos que povoam o ciberespaço e que esse ciclo de mudanças continua em curso. Por ser uma experiência conduzida pela própria comunidade, é interessante acompanhar as mudanças e delineamentos da produção cultural nesses novos ambientes para que seja possível desfrutar de todas as suas potencialidades.

O documento pode ser baixado na íntegra por aqui (.pdf – 363 KB)

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jun 01 2011

[Vídeo] Top 10 MTV – Especial Clipes Ao vivo – Projeto Rain Down

Category: divulgação,dvd feitos por fãs,mtv,vídeosAndrews F.G @ 18:33

Programa do dia 27/05/2011

Assista na íntegra no site da MTV:
http://mtv.uol.com.br/programas/top10/videos/top-10-41


maio 03 2011

[Vídeo] Mod MTV – Colaborativismo – Projeto Rain Down

Category: divulgação,vídeosAndrews F.G @ 13:25


Ver no site da MTV

Segundo episódio do Mod MTV, que fala sobre o movimento do Colaborativismo, proporcionado pela Internet. O projeto Rain Down é citado pelo programa como um dos exemplos mais legais até que o “A Day in the Life“, criado pelo próprio YouTube.

Obrigado MTV/ModMTV novamente pelo apoio e carinho ao meu projeto. Muito feliz em saber que nós brasileiros sempre damos exemplo de criação e inovação nesse turbilhão de informação que é a Internet.


mar 22 2011

Radiohead no Brasil, 2 anos atrás – São Paulo

Category: dvd,projeto rain down,são pauloAndrews F.G @ 18:53

E quem diria que há 2 anos atrás aquela banda chamada Radiohead estava por aqui. Relembrar é viver http://www.youtube.com/watch?v=AytSCYQN4fM

Download Show

DVD-R

4.04 GB

Torrent:

http://raindown.com.br/torrent/radiohead-brazil-sp-2009-rain-down-ntsc.torrent

Download Torrent:

http://raindown.com.br/torrent/radiohead-brazil-sp-2009-rain-down-ipod-iphone-version.torrent

Versão MP3 (160kbps) – Áudio 1:

[Torrent] | [.zip (183 MB)]

Créditos em http://raindown.com.br/creditos/


mar 21 2011

Radiohead no Brasil, 2 anos atrás – Rio de Janeiro

Category: dvd,rain down project,rio de janeiroAndrews F.G @ 1:07

E quem diria que há 2 anos atrás aquela banda chamada Radiohead estava por aqui. Relembrar é viver http://youtu.be/KN0OKrMuxZs

Download Show

DVD-R

4.04 GB

Download Arte (capa): PortuguêsInglês (English Artwork)Capa interna (inside)

Download Torrent:

http://raindown.com.br/torrent/radiohead-brazil-rio-2009-rain-down-ntsc.torrent

MP3 – Audience (162 MB):

http://www.mediafire.com/?mlyvzmttrym

Iphone/ Ipod Version Rio de Janeiro (820 MB):

Torrent:

http://raindown.com.br/torrent/radiohead-brazil-rio-2009-rain-down-ipod-iphone-version.torrent

Créditos em http://raindown.com.br/creditos/


mar 05 2011

[Off] Refink – Seguindo a Trilha dos Idiotas (primeiro single)

Category: Sem categoriaAndrews F.G @ 16:49

Sei que é fora do contexto do projeto do Radiohead, mas venho aqui agradecer todo apoio com o projeto Rain Down que venho recebendo ainda de fãs, muitos ainda revivendo os momentos inesquecíveis dos shows no Brasil.
Mas sendo mais direto, estou aqui para divulgar o novo trabalho da minha banda, o single “Seguindo a Trilha dos Idiotas”, primeira música de trabalho do CD Livre-Arbítrio, disponível para download no site http://www.refink.com.br ou aqui. Pode também ser ouvida no player abaixo:

Refink – Seguindo a Trilha dos Idiotas by refink


jan 07 2011

[Matéria] Filme de show do Radiohead feito por fãs está no YouTube

Category: matériaAndrews F.G @ 19:43

Apresentação foi realizada para arrecadar dinheiro para as vítimas do terremoto que atingiu o Haiti

Matéria copiada de: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/filme+de+show+do+radiohead+feito+por+fas+esta+no+youtube/n1237930554718.html

Está disponível no YouTube um vídeo de cerca de duas horas que registra um show do Radiohead ocorrido em Los Angeles em janeiro de 2010.

O concerto tinha como missão arrecadar dinheiro para ajudar as vítimas do terremoto que atingiu o Haiti – a banda inglesa juntou cerca de R$ 900 mil com a iniciativa.

Há pouco, a filmagem desse show apareceu na internet. Um filme feito por fãs foi mandado para a banda, que aprovou o vídeo. As imagens, então, foram colocadas no YouTube. O filme capta a performance de 24 canções.

No site do projeto, é possível baixar um arquivo com o vídeo do show.

As músicas tocadas na apresentação:

1 Faust Arp
2 Fake Plastic Trees
3 Weird Fishes/Arpeggi
4 National Anthem
5 Nude
6 Karma Police
7 Kid A
8 Morning Bell
9 How to Disappear Completely
10 Wolf at the Door
11 The Bends
12 Reckoner
13 Lucky
14 Body Snatchers
15 Dollars & Cents
16 Airbag
17 Exit Music (For a Film)
18 Everything In It’s Right Place
19 You and Whose Army?
20 Pyramid Song
21 All I Need
22 Lotus Flower
23 Paranoid Android
24 Street Spirit


nov 19 2010

Smashing Pumpkins: O próximo projeto colaborativo

Category: Sem categoriaAndrews F.G @ 22:23

Sim, o projeto Rain Down acabou, mas as ideias colaborativas na internet crescem a cada dia. Eu como um fã de Smashing Pumpkins e junto a milhares de outros fãs faremos um DVD filmado por fãs com os mesmos princípios feitos nesse projeto do Radiohead, para o show de 20 de novembro da banda no Planeta Terra. Se for ao show, colabore, esse é mais um DVD todo seu, feito de fã para fã.

Acompanhe mais detalhes em:

http://www.smashingpumpkins.com.br/


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